Olho-de-boi
Alongado, algo comprimido e fusiforme, muito forte e ágil, de cor marrom ou esverdeada no dorso, flancos e ventre branco-prateados; uma larga faixa escura vai do olho até o início da nadadeira dorsal. Chega a 1,7 metros e 80 kilos. A maior espécie deste gênero de peixe. Visto tanto no mar aberto como perto da costa, especialmente nos meses de março e novembro, em pequenos grupos, formando cardumes apenas durante a migração para a reprodução, que acontece no verão, em mar aberto. Peixe apreciado por sua resistência e força quando fisgado e por sua carne de excelente sabor.

Seriola dumerili
Possue hábitos muito parecidos com os do olhete. Ao capturar um exemplar, execute novos arremessos no mesmo local, já que este peixe costuma andar em cardumes.
Iscas Naturais: Camarão, lula, pequenos peixes.
Iscas Artificiais: Colheres, plugs de meia agua e profundidade, jigs e Metal jigs.
Tipos de pesca: Iscas naturais, rente ao fundo, e artificiais sendo trabalhadas sobre pedras ou parcéis, costumam aparecer com frequência em naufrágios.
Material: Médio/Pesado a Pesado.
Época do ano: Durante o ano todo, principalmente, outono e inverno.
Tamanho mínimo para captura: Liberado
Record brasileiro de pesca submarina:

Pescador sub. Victor D. Wellisch
Peso (kg): 53,00
Local de captura: Cabo Frio - RJ
Data: 1952
Recorde de pesca esportiva:
70.64 kg/ 155 lb 12 oz
Vídeo Pesca Submarina:
Vídeo de Pesca Esportiva:
Vídeo: Olho-de-boi