Fotos de pescarias

Atenção pescador amador esportivo e subaquático. 

Envie sua foto de pescaria para nós do Pesca.tur.br e participe de nosso álbum.

Basta enviar um e-mail para contato@pesca.tur.br contendo:

– A foto em anexo.

– Local da pescaria: Cidade/Estado;  (no caso do interior – nome do rio ou represa). 

– Espécie de peixe e seu peso aproximado.

– Nome do pescador amador.

– Modalidade utilizada na pesca.

*Se possível forneça mais informações úteis, como:

Material e isca utilizado na captura.  

One Response to “Fotos de pescarias”

  1. PEGUEI UMA CARPA CAPIM DE 20 QUILOS

    Quem me conhece, sabe que sou um “tilapeiro inveterado”, mas a pescaria tem suas surpresas e foi isto que aconteceu em maio de 2005.
    A temporada da tilápia estava no fim, estava muito difícil pescá-las lá no Capivari, mais mesmo assim, naquele último domingo do mês, lá fui eu, para meu pesqueiro favorito o “ Recanto do Sabiá”.
    Este pesqueiro, tem uma extensão de quase 1 quilometro nas margens da represa e lá chegando, lá pelas 16,30 horas, encontrei o Tadeu, dono da propriedade e como de hábito, perguntei se tinha alguém pescando onde geralmente pesco, quase no final da propriedade, pois embora não tenha medo e lá não haja perigo , não gosto de ficar sozinho, pois é sempre bom ter alguém por perto, em caso de alguma necessidade.
    Tinha um rapaz que não conhecia os pesqueiros e o Tadeu sugeriu ao moço, para e me acompanhar, pois eu conheço o local como a palma de minha mão e assim aconteceu.
    Lá fomos nós, preparamos nossos pesqueiros um próximo do outro e como de costume, coloquei uma lona preta sobre o guarda-sol, formando uma barraca, para proteger do sereno ou de alguma eventual chuva..
    Não sou pescador de carpa, mais como um colega o Osvaldo, hábil pescador de carpa, me orientou, levei um molinete e preparei segundo instruções a saber;
    Fazer um chicotinho com treis anzois de tilápia, iscados com milho seco, depois colocar o chumbo no final da linha e lançar á uns 10 metros da margem, pois lá na represa, por ter muito enrosco, (árvores e troncos dentro da água),corre-se o risco de perder as linhada e cevar com o próprio milho, nas imediações de onde a linha afundou.e colocar um daqueles sininhos na ponta da vara, para saber quando o peixe estiver beliscando ou fisgado”.
    Assim o fiz e armei minhas varinhas telescópicas para pescar tilápias.
    Anoiteceu, o tempo foi passando e nada de ação em nenhuma das varas e nem no molinete.
    Aquela era uma noite de lua crescente, mais as nuvens a escondiam, entretanto, num dado momento, ela apareceu e como eu tinha colocado o molinete num suporte do lado esquerdo da barraca, na parte mais alta do barra deu para perceber a linha do molinete se movimentando lentamente por cima da mesma, na frente do meu pesqueiro.
    . Saí da barraca, subi o barranco, tirei o molinete do suporte, senti pequenas beliscadas e dei a fisgada, entretanto, saiu muita linha do carretel, pois havia me esquecido de apertar o freio

    Foi quando pensei: Perdi o peixe.
    Com o molinete na mão, ajustei o freio do mesmo e desci o barranco ficando do lado da barraca e comecei a sentir pequenos toques novamente.
    Dei nova fisgada e comecei a recolher a linha.
    Aos poucos, a vara começou a envergar com o peso..
    Achei que algum anzol tivesse fisgado algum enrosco.
    Fui recolhendo, até que ao chegar a uns 5 metros da margem e lá estava uma carpa enorme que vinha poitando de lado, sem oferecer nenhuma resistência.
    O Rapaz que tinha ido comigo, vendo o peixão, veio me ajudar e quis puxá-la pela linha. Eu não permiti, falei para ele pegar o passaguá e tentar colocá-la dentro do mesmo.
    Acontece que o peixe era grande ( +ou- 1,10m )e não cabia no passaguá e corríamos o risco da carpa se assustar e escapar.
    Foi quando ele, num gesto de desespero e ousadia, jogou-se sobre a mesma na beira do barranco e deu sorte, porque com o joelho direito, prendeu-a pelo meio e com uma mão na cabeça e outra no rabo a imobilizou.
    Nestas alturas, eu joguei o molinete no barranco e perto tinha um pedaço de pau com ponta, o qual introduzi entre suas guelras que saiu em sua boca.
    Depois de muito trabalho, conseguimos trazer aquele troféu para fora da água.
    Mais a estória não termina aí: Onde colocar aquela carpa enorme, já que meu samburá era pequeno para a mesma?
    Por outro lado, a carpa por ter sido ferida estava morrendo, fui obrigado a abrir sua barriga e limpá-la e ensacá-la . Mais deixar onde?.
    A solução foi abrir uma janela de uma casa que o Tadeu aluga, que fica próximo do pesquei ro e por sorte, nela tem uma geladeira e isso “salvou a pátria”.
    Para finalizar: Até hoje não entendo como que um peixe que pesou uns 20 quilos, não ofereceu nenhuma resistência depois de fisgado?
    Penso que ele deve ter se enroscado em algum toco ou galho, lá existente e cansou tentando desenroscar, por isso não ofereceu resistência.
    E para provar que não é estória de pescador mentiroso, tirei uma foto do troféu, a qual conservo para minhas “futuras” lembranças.
    São as belas surpresas das pescarias.
    Marcão.

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